AGENDAMENTOS - COMO FUNCIONA A TRILHA

Orientações para a visita ao Parque:
- a trilha ecológica é uma aula diferenciada no qual exige o mesmo silêncio e atenção dos alunos;
- os animais que estão no Parque não são domesticados, qualquer barulho diferente os mesmos não nos contemplam com sua visita durante a trilha, se fazendo necessário o silêncio durante trajeto;
- os professores das escolas ou o coordenador do grupo ficará responsável por manter o silêncio e a ordem dos seus alunos;
- os acompanhantes dos grupos, seja ele coordenador, professor, pais ou afins, deverão participar da trilha por não possuirmos local apropriado para a espera do término da visita;
- durante o trajeto é PROIBIDO o consumo de qualquer alimento e tampouco jogar lixo no lixão, apenas líquidos são permitidos;
- o grupo deverá andar sempre junto, não podendo se afastar dos demais;
- após o trajeto, os alunos se encaminharão para um local apropriado para o lanche, no qual os alunos deverão trazer alimentos os mais saudáveis possíveis, evitando a produção de lixos, então recomendamos sanduíches naturais, frutas e sucos. Caso seja gerado lixo, a escola deverá levar o lixo consigo;
- recomendamos o uso de calças compridas e sapatos fechados para evitar qualquer eventualidade com animais peçonhentos.

Dúvidas e agendamentos: 5330280778 falar com
Jeferson LLano
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sexta-feira, 19 de junho de 2009



Mais duas turminhas de 2ª série do Colégio Gonzaga estiveram na Praça ontem. A gurizada aproveitou o passeio e saiu de lá sabendo um pouquinho sobre a história da Praça Cel. Pedro Osório e as curiosidades de algumas espécies de árvores que lá se encontram. Nota dez pra essa turminha e para as professoras.


quinta-feira, 18 de junho de 2009

Colégio Gonzaga na Praça Cel. Pedro Osório



Os alunos da 2ª série do Colégio Gonzaga, acompanhados pela Profª. Andréia, estiveram na tarde de ontem 18 de junho, participando de um passeio na Praça Cel. Pedro Osório. A atividade faz parte da ações previstas pelo projeto Conhecer para Preservar no intuído de que a comunidade conheça o patrimonio ambiental e historico da cidade e coopere na preservação do mesmo. Estceram presentes nesta atividade a ecóloga Anelise Gomes e a educadora ambiental Vanessa Coelho.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Educação socioambiental e gestão de recursos hídricos

Acontece amanhã (10.06), as 14h30min, na sala 216 da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAURB), na rua Benjamin Constant, 1359, da UFPel, a apresentação do Trabalho de Conclusão do Curso (TCC) de Especialização em Gestores Regionais de Recursos Hídricos, da aluna Anelise Gomes, integrante da Fundação Tupahue, intitulado “Educação socioambiental e gestão de recursos hídricos: o caso da ocupação do final da João Pessoa – Pelotas – RS”.
O TCC enfrenta a Educação Ambiental e as Áreas de Preservação Permanente (APPs), tão ameaçadas hoje pelos interesses do mercado urbano e do agronegócio, materializados nas propostas de alteração do Código Florestal. Anelise destaca uma ocupação na rua João Pessoa, junto a APP do Canal de São Gonçalo.A orientação coube ao professor de Urbanismo Maurício Polidori, da UFPel, e a co-orientação pelo professor de Direito Ambiental e membro do Conselho Nacional de Zonas Úmidas (CNZU) Antônio Soler, do Centro de Estudos Ambientais (CEA).
Para o professor Polidori, o trabalho apresenta um dos temas mais atuais no urbanismo contemporâneo, situando-se na interface das questões ambientais, sociais e urbanas. “Quase todas as cidades brasileiras enfrentam problemas similares, sendo que o futuro das urbanizações em áreas a preservar demanda discussão e encaminhamentos que passam pela educação ambiental. É preciso desocupar áreas de risco para a qualidade de vida, o que inclui o homem e as demais formas vivas do planeta”, observa. “Ademais, os estudos de urbanismo atuais têm demonstrado que o território das cidades não vem apresentando falta de espaços para crescer ou se modificar com qualidade, mas o que vem acontecendo é a paralisação de áreas nobres e a urbanização de áreas de risco, sendo urgentes políticas públicas e projetos que apontem para a inversão dessa realidade”, finaliza o docente da UFPel.
Soler salienta que, “apesar da reconhecida qualidade da legislação ambiental brasileira, sua aplicação é precária ou inexistente, principalmente pelo esvaziamento da função pública do Estado, como no caso da tutela jurídica dos ecossistemas de banhados e demais APPs. Ademais, o novo Plano Diretor reservou importância ecológica menor para tais zonas úmidas, ignorando leis maiores e afastando Pelotas dos parâmetros da Cidade Sustentável”.
Participarão da Banca Examinadora a integrante do CEA, pesquisadora da FURG e mestre em Ciências Sociais Eugênia Antunes Dias (examinadora externa) e o professor Vitor Quevedo Tavares (examinador interno). A apresentação é pública, aberta aos interessados

Ecóloga da Fundação Tupahue defende monografia


Noticia veiculada em http://ccs.ufpel.edu.br/wp/2009/06/09/recursos-hidricos-educacao-ambiental-e-espaco-urbano-na-ufpel/ em 9 de junho de 2009


Recursos hídricos, educação ambiental e espaço urbano na UFPel

A aluna Anelise Gomes estará apresentando seu trabalho de conclusão do Curso de Especialização em Gestores Regionais de Recursos Hídricos, sediado na Faculdade de Engenharia Agrícola da UFPel, nesta quarta-feira(10), a partir das 14h30min, na sala 216 da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (rua Benjamin Constant 1359). O estudo intitula-se “Educação socioambiental e gestão de recursos hídricos: o caso da ocupação do final da Rua João Pessoa - Pelotas - RS”.Orientado pelos professores Maurício Polidori e Antônio Soler, o trabalho aborda a Educação Ambiental nos dilemas e possibilidades de enfrentar urbanizações em Áreas de Preservação Permanente, conhecidas como APPs, tratando particularmente da ocupação instalada onde a rua João Pessoa encontra o Canal São Gonçalo, ao lado das “Doquinhas”. A apresentação pode ser assistida pela comunidade interna e externa da UFPel.Para o professor Polidori, o trabalho apresenta um dos temas mais atuais do urbanismo contemporâneo, situando-se na interface das questões ambientais, sociais e urbanas. “Quase todas as cidades brasileiras enfrentam problemas similares, sendo que o futuro das urbanizações em áreas a preservar demanda discussão e encaminhamentos que passam pela educação ambiental. É preciso desocupar áreas de risco para a qualidade de vida, o que inclui o homem e as demais formas vivas do planeta”, observa.“Ademais, os estudos de urbanismo atuais têm demonstrado que o território das cidades não vem apresentando falta de espaços para crescer ou se modificar com qualidade, mas o que vem acontecendo é a paralisação de áreas nobres e a urbanização de áreas de risco, sendo urgentes políticas públicas e projetos que apontem para a inversão dessa realidade”, finaliza o docente da UFPel.Participarão da Banca Examinadora a pesquisadora Eugênia Antunes Dias (examinadora externa) e o professor Vitor Quevedo Tavares (examinador interno), havendo a expectativa de que se discutam com profundidade problemas de interesse da academia e da comunidade.

Na tarde do dia 10 de junho, a apresentação contou com "plateia" lotada graças à divulgação por parte do orientador e convite aos colegiados ambientais dos quais a Fundação Tupahue faz parte.

A ecóloga e consultora da Fundação Tupahue, Anelise Gomes, obteve conceito A e o título de Especialista em Gestão Regional de Recursos Hídricos.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Imagens II Ciclo de Palestras Socioambientais

Promotor na Vara Especializada, Dr. Paulo Gentil Charqueiro

Coodenador do Curso de Ecologia da UCPel, Prof. Dr. José Antonio Weicamp da Cruz
Comandante da 3ª Cia. Ambiental Cap. Marcio Andre Facin

Advogado ambientalista, ONG CEA, Antonio Carlos Porciúncula Soler

segunda-feira, 8 de junho de 2009

II Ciclo de Palestras Socioambientais... um sucesso!!!


Nos atrevemos a considerar um sucesso o II Ciclo de Palestras Socioambientais ocorrido nos dias 3, 4 e 5 de junho no auditório do IFS-RS. Um público de mais de 200 pessoas, entre estudantes e profissionais de áreas diversas acompanhou as palestras, garantindo casa cheia durante os tres dias do evento. Apesar da divulgação restrita por parte dos órgãos de imprensa, a procura foi grande e recebemos muitos elogios pela realização do Ciclo. Agradecemos a Amplivox, Banco do Brasil e Instituto Federal-sul-Riograndense pelo apoio prestado. Agradecemos, em especial aos palestrantes Lorena Babot (FLACAM), José Antonio Weicamp da Cruz (Ecologia/UCPel), Antonio Soler (CEA/FURG), Cap. Marcio Andre Facin (3ª Cia. Ambietal), Dr. Paulo Gentil Charqueiro (Ministério Público), Heloísa Beatriz da Silva Ávila (Fundação Tupahue), Fernando Caetano (Ecoduto) e Edson Plá Monterosso (SANEP) por aceitarem de pronto o convite da Fundação Tupahue e por terem presenteado a comunidade pelotense com suas falas enriquecedoras. Agradecemos também a todos os ouvintes que se fizeram presentes nos três dias do evento e que garantiram o sucesso dessa ação.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Fundação Tupahue segue na composição do Comitê de Bacias Mirin-São Gonçalo



Após um ano de atuação junto ao Comitê de Gerenciamento das Bacias da Lagoa Mirin e Canal São Gonçalo, a Fundação Tupahue é eleita para mais um ano de mandato junto a composição do do mesmo. A reunião de posse da nova ocorreu no dia 27 de abril e contou com a presença de todos os representantes de entidades que formarão o Comitê no ano de 2009. A expectativa é que a atuação do grupo torne-se cada vez mais intensa e aprimorada neste segundo "ano de vida" e que consigamos, cada vez mais, preservar nossos bens hídricos, gestionando o desenvolvimeto da região sul agregado a proteção sócio-ambiental relacionada a estes mananciais.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Fundação Tupahue no Dia da Terra





Ontem, 22 de abril, Dia da Terra, estivemos presentes às atividades organizadas na Praça Cel. Pedro Osório pela ONG Pachamama. Aproveitamos para lançar oficialmente o projeto "Conhecer para Preservar". Na oportunidade distribuimos folder´s e a revista em quadrinhos com informações sobre a praça, confeccionados especificamente para o projeto.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Aparato Publicitário segue em discussão na Câmara de Vereadores


Na última sexta-feira, 17 de abril, a Fundação Tupahue, representada pelo seu presidente Amilton Moreira, esteve presente na Audiência Pública ocorrida na Câmara de Vereadores de Pelotas. Na ocasião foi apresentado o projeto de lei que versa sobre a regulação do aparato publicitário no municipio.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Mapa das árvores da Praça Cel. Pedro Osório

Esse é o mapa das espécies arbóreas da Praça Cel. Pedro Osório. Em poucos dias estará afixado em um painel na praça. Com ele será possível identificar e localizar todas as espécies daquela área verde.

terça-feira, 14 de abril de 2009

CONPLAD 08.04.09



Plenária do Conselho do Plano Diretor reunida em 08.04.09 onde foi discutido entre outras coisas, a devastação causada na zona rural de Pelotas pelas enchurradas catastróficas de 2009 e as providências a serem tomadas para o restabelecimento da vida normal das comunidades atingidas, antes das precipitações de inverno.

segunda-feira, 6 de abril de 2009




Na sexta-feira, 04.04.09, foi instalada a placa central de orientação que receberá o mapa da Praça Coronel Pedro Osório com a localização dos espécimes arbóreos contantes de sua cobertura vegetal. Este mapa indicará o nome científico atualizado e popular de cada espécime, família, local de origem e sua localização nos gomos e canteiros do logradouro. O mapa já foi concluído e será adesivado nos próximos dias. As plaquetas individuais de identificação, todas numeradas para facilitar sua identificação e correspondência no mapa e na relação da placa central, estão sendo fixadas nos exemplares progressivamente, sendo que aproximadamente 70% já estão nos seus locais definitivos.
O Projeto Conhecer para Preservar, de autoria e execução coordenada pela FUNDAÇÃO TUPAHUE, conta com apoio financeiro parcial do Fundo Municipal de Proteção e Recuperação Ambiental de Pelotas e tem parceiros como PACHAMAMA, ECOSUL, Guanabara Veículos e outros; bem como da aprovação do COMPAM através das 32 entidades que o compõe. Para sua execução foi firmado convênio de cooperação entre a FUNDAHUE e o Município de Pelotas, representados na ocasião pelo Presidente da Diretoria da Fundação Tupahue e pelo Sr Prefeito Municipal.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Caninos expectadores



Como é (infelizmente) comum em vários pontos de nossa cidade, na praça não é diferente. Esta manhã nosso trabalho foi observado por este grupo de cães de rua. Ao todo eram 7 cachorros, somente neste passeio. Parece que eles permanecem na praça a noite também, a julgar pela quantidade de tocas escavadas pelo local. Mais uma missão para nós, educadores ambientais?

Explorando a Praça



O trabalho de substituição das placas de indentificação das árvores da praça está quase concluído. Com o auxílio de estagiários voluntários do Instituto Sul-rio-grandense (CEFET-RS) e da UCPel, estamos conseguindo agilizar os preparativos para receber a comunidade pelotense nas atividades de educação ambiental previstas para o local. Sob a coordenação da Ecóloga Anelise Gomes estiveram acompanhando e auxiliando na colocação das placas os alunos de Ecologia, Matheus Antunes, de Jornalismo, Luíza Roig Martins, e do curso de Tecnólogo em Gestão Ambiental, Cíntia de Marco Santos, Caroline Lacerda, Josiane Pinheiro Farias e Natanael Pires.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Problemas a ser enfrentados



Temos absoluta certeza que nosso trabalho na Praça Cel. Pedro Osório é necessário e será de extrema importancia para a revitalização da Praça e criação de um sentimento de responsabilidade da sociedade pelotense para com aquele patrimônio histórico. Esperamos que noso esforço traga alguma compensação para a cidade, já que o que se vê hoje é uma praça feia e com lixo espalhado pelos passeios e junto à vegetação, mesmo depois de todos os recursos já investidos pelo Programa Monumenta.
Quando pensamos neste trabalho, há três anos atrás, nosso objetivo era despertar nas pessoas um sentimento de apreço pela vegetação, pássaros e áreas verdes. Era mostrar o quanto são bonitas e curiosas as árvores da Praça e, com isso sensibilizar as pessoas para as belezas da natureza e a necessidade de preservá-la. Hoje, porém, vemos que nosso trabalho vai bem mais além. Mostraremos às crianças e aos adultos, que diariamente passam pela praça sem se deter aos detalhes, o quão feias são as atitudes do homem.
A praça histórica, situada no centro do local onde nossa cidade começou, nasceu do sonho de um homem chamado Cypriano Barcellos, que em 1914, apreciava as belezas na natureza e decidia trazê-las para perto da sede do governo para que pudesse contemplá-las de sua janela, na forma de um jardim francês com canteiros floridos e arbustos.
Ao longo do tempo flores e arbustos deram lugar a árvores de grande porte, trazidas de outros continentes, e espécies nativas também foram plantadas. O ambiente, que não é estanque, foi se modificando e a natureza, viva e implacável, se manifesta em todos os cantos da praça.
Algumas árvores são cobertas de outras espécies que sobrevivem em harmonia com elas. Outras são tomadas por doenças e ervas-de-passarinho que, sem devida limpeza e cuidados, parasitam-nas e as levarão a morte. Os cães de rua fazem da praça moradia e local para suas necessidades. Algumas pessoas da vizinhança fazem da praça banheiro para seus cães. Guardadores de carros colocam pregos para dependurar seus pertences nas árvores. A Prefeitura monta instalações, amarra cabos e fios eletricos para iluminar eventos e esquece de retirá-los. Lixo há depositado por todas as partes das árvores: raiz, troncos, folhas, em cima, embaixo, ao lado. A grama teima em querer retornar aos canteiros que diariamente pisoteados, jazem sem uma flor.
Que nossas crianças se sensibilizem com o que verão na praça e que cresçam, que saiam dali com um pouquinho deste sentimento guardado no coração para que, assim como árvores sadias, espalhem pelo mundo bons frutos.

Hoje pela manhã estivemos na Praça Cel. Pedro Osório colocando mais uma "leva" de placas de identificação nas árvores. A expectativa é de que a partir de Abril, estejamos com tudo pronto para receber grupos de visitantes mediante agendamento. Por enquanto o trabalho tem sido realizado apenas com os habituias frequentadores da Praça, que comumente nos abordam com curiosidade e sugestões. O trabalho vêm sendo coordenado pela Ecóloga Anelise Gomes e hoje foi acompanhado pelo acadêmico de Ecologia Matheus Antunes, orientado pelo Prof. Rogério Ferrer da UCPel .