AGENDAMENTOS - COMO FUNCIONA A TRILHA

Orientações para a visita ao Parque:
- a trilha ecológica é uma aula diferenciada no qual exige o mesmo silêncio e atenção dos alunos;
- os animais que estão no Parque não são domesticados, qualquer barulho diferente os mesmos não nos contemplam com sua visita durante a trilha, se fazendo necessário o silêncio durante trajeto;
- os professores das escolas ou o coordenador do grupo ficará responsável por manter o silêncio e a ordem dos seus alunos;
- os acompanhantes dos grupos, seja ele coordenador, professor, pais ou afins, deverão participar da trilha por não possuirmos local apropriado para a espera do término da visita;
- durante o trajeto é PROIBIDO o consumo de qualquer alimento e tampouco jogar lixo no lixão, apenas líquidos são permitidos;
- o grupo deverá andar sempre junto, não podendo se afastar dos demais;
- após o trajeto, os alunos se encaminharão para um local apropriado para o lanche, no qual os alunos deverão trazer alimentos os mais saudáveis possíveis, evitando a produção de lixos, então recomendamos sanduíches naturais, frutas e sucos. Caso seja gerado lixo, a escola deverá levar o lixo consigo;
- recomendamos o uso de calças compridas e sapatos fechados para evitar qualquer eventualidade com animais peçonhentos.

Dúvidas e agendamentos: 5330280778 falar com
Jeferson LLano

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Inauguração do CCMar


Na noite de ontem, 20 de agosto, a Fundação Tupahue esteve prestigiando a inauguração do CCMar - Centro de Convivência dos Meninos do Mar. A escola profissionalizante - totalmente gratuita - objetiva atender meninos e meninas em situação de risco e para obter uma vaga é necessário que a renda familiar não ultrapasse dois salários mínimos. A escola, considerada o grande sonho do diretor Prof. Lauro Barcelos, foi construída nas antigas instalações do entreposto de Rio Grande e a evolução da construção pode ser acompanhada em paineis nos corredores da instituição, por onde também espalham-se belissísimas maquetes de navios e barcos, além de painéis decorativos que ilustram projetos da FURG e do Museu Oceanográfico em parceria com as mais diversas instituições. O financiamento é do BNDES. Durante a cerimônia, com a presença de amigos e autoridades, a emoção tomou conta do oceonógrafo Lauro, também diretor do Museu Oceonográfico de Rio Grande.
Imagens e informações sobre o projeto estão disponíveis na página da FURG http://www.museu.furg.br/ccmar.html

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Palestra do Projeto Sala Verde no Colégio Castro Alves


Na manhã de hoje a Fundação Tupahue fez sua primeira palestra dentro do Projeto Sala Verde. A palestra teve a duração de aproximadamente 1h e foi ministrada pela ecóloga e consultora da Fundahue, Anelise Gomes. O público foram os alunos e professores das turmas de 5ª a 8ª série do Colégio Castro Alves.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Projetos Biodiversidade nas escolas

Já estão agendadas para as próximas semanas visitas da Fundação Tupahue às escolas da rede pública municipal. O objetivo das visitas é apresentar a entidade aos professores das escolas e convidá-los a participar dos projetos em execução pela Fundahue. O contato consistirá em breve reunião com os professores e equipes diretivas, quando serão apresentados os projetos e slides com imagens do Parque Escola.
Estarão recebendo a Fundação Tupahue as Escolas Jeremias Fróes, na zona do Porto, Antonio Joaquim Dias, no Passo do Salso e Jacob Brod, nas Três Vendas.

Atividades desta semana canceladas devido ao mau tempo

Durante esta semana, dentro das atividades do projeto Sala Verde, a Fundação Tupahue realizaria, na terça-feira, palestra para os alunos de 5ª a 8ª séries do Colégio Castro Alves. Na quarta-feira as atividades seriam complementadas pela visita dos alunos ao Parque Escola, com a realização das trilhas monitoradas. Devido ao mau tempo as atividades foram tranferidas para a próxima semana e se estanderão até o início do mês de setembro. A Coordenação do projeto está na expectativa para nossa primeira palestra que deverá ter a duração de aproximadamente uma hora e público de cerca de 120 alunos e professores.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Vale assistir...e se sensibilizar!

Discurso de menina canadense na Rio 92... e já lá se vão 16 anos!

Assista em:
http://www.youtube.com/watch?v=5g8cmWZOX8Q

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Planeta água

Planeta água, música de Guilherme Arantes.

Assista em http://www.youtube.com/watch?v=5humo0Xk-V0

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

MEIO AMBIENTE OU AMBIENTE INTEIRO - Por Ruy Thormann Alves

Ruy Thormann Alves*
Não restam dúvidas de que nosso ambiente natural deteriorou-se gravemente e continua deteriorando-se. Depois de aceitarmos este fato, temos de determinar como e por que razão isto aconteceu e esperançosamente sugerir o que podemos fazer a esse respeito.

É certo que não vamos resolver ou acertar os problemas do ambiente com estas mal traçadas linhas, no entanto, se isto é verdade, também é muita verdade que, mais do que nunca, impõe-se conscientizar, analisar, debater e perquerir esta magnífica verdade como uma posição extremamente válida e necessária, caso contrário chegaremos àquela posição negativista e niilista, segundo a qual “ nada se faz porque nada é possível fazer e nada se consegue.” É nesta direção que muitos congressos, simpósios, reuniões e revistas, principalmente as de Umwelt, foram editadas para tratar de assuntos sobre o ambiente que o mundo vive, em termos nacionais e internacional.

O Presidente Jonhson, numa ordem executiva, que para nós é medida provisória, criando o Conselho do Presidente para o Recreio e a Beleza Natural, declarou, em 1966: “Estar isolado daquela América Natural é o mesmo que ter empobrecido – por diferente que possamos ser.” Destruí-la, tratá-la, descuidadamente, é desconsiderar uma das mais profundas, necessidades do homem, ou melhor, do espírito humano. Glenn T. Seaborg, presidente da Comissão de Energia Atômica, escreveu na revista “New York Times EconomicRewiew”- 1969, o seguinte: “Muitas pessoas de espírito louvável acreditam e receiam que a civilização técnica que criamos esteja fora de nosso controle, que, como um macro sistema guiado por grandes necessidades econômicas e sociais, o homem já não está no comando.” Sugeriu, por outro lado, o mesmo Glenn, que o nosso instinto de conservação nos ajudaria a passar o momento difícil, que não devemos desesperar, mas sim procurar, - nos mais profundos recantos do coração e da consciência humana –a chave para o futuro.

A industrialização, a urbanização, a utilização da energia fóssil e da nuclear, as melhorias de transportes e comunicações, envolvendo modificação no ambiente natural, se de um lado permitiram o crescimento populacional, cobraram por outro lado um preço bastante elevado. A proteção do ambiente, (seg. Rew. For. Volume 264), poderia ser dividida em dois itens: um contra a poluição “sentida”, como o descrito recentemente por Jorge Amado (Tieta do Agreste – Rio de Janeiro), e o outro, a poluição “não sentida”, representada hoje em dia por uns 15.234 compostos químicos com propriedades tóxicas conhecidas que são utilizadas em todo o mundo (National Conference on Preventive Medicine, NY, 1985)

Os fatores que poluem o ambiente, poluição do ar, a sonora e a própria poluição humana, isto é, a agregação do rebanho humano em áreas densas, faz prever que no futuro teremos mais trabalho para os nossos médicos e menos saúde para o povo.

A recente criada “Fundação Tupahue” acredita fielmente e firmemente que, faça a Nação o que fizer para tratar melhorar suas “urbes”, o Brasil não conseguirá, por certo, edificar uma boa sociedade urbana, e porque não rural também, se não começarmos tendo respeito pelo ambiente natural em que vivemos. A “Fundahue” como é conhecida, é uma organização técnica, científica, regional, de direito privado. É constituída de membros fundadores, instituidores, doadores, benfeitores e também beneméritos.
Ela representa aqueles que se preocupam com alterações rápidas e maciças do ambiente e o empobrecimento acelerado dos recursos naturais. Embora sendo uma Organização Não-Governamental, tem por objetivos buscar, desenvolver, apoiar, promover e divulgar sistemas, processos, estratégias e alternativas que ordenem de forma harmônica e sustentável a atividade humana neste complexo de ecossistemas inteirados com a vida e identidade própria, denominado “Ecosfera”
Está claro que, sendo uma “ONG”, colabora efetiva e inteiramente com todos os órgãos vivos da sociedade de homo sapiens livres, bem como toda a sociedade.

Aproveitando as comemorações da Semana do Meio Ambiente, que se realiza, acredito ter o movimento conservacionista suas raízes em atos e fatos dos tempos coloniais. A própria Rainha de Portugal, “Dona Maria, a Piedosa”, preocupou-se com os problemas ambientais baixando ordens no sentido de se tomar as preocupações para a conservação das nossas matas do Brasil. E evitar que elas se arruínem e destruam. O próprio José Bonifácio de Andrade e Silva, o patriarca de nossa “Independência”, saiu em defesa dos nossos recursos naturais, sendo seu destaque a memória sobre a pesca das baleias, em 1790 e a memória sobre a necessidade de plantio de novos bosques, em 1815. Como se pode calcular, passaram-se 208 anos mais ou menos, e é no presente século que vamos trabalhar para melhorar mais e mais o nosso substrato com a presença dos componentes da “Fundação Tupahue” em nossa região.

*Dr. Ruy Thormann Alves – Emérito Professor da “Universidade Federal de Pelotas” Pesquisador da EMBRAPA, Diretor do Biotério da UFPel, Escritor de artigos técnico-científicos-ambientais. Publicado no jornal “Diário Popular” na sexta feira, 09 de junho de 2000.
Ruy Thormann Alves, um dos Fundadores e Participante Honorário da Fundação Tupahue, foi por vários anos Presidente do Conselho Deliberativo até seu falecimento em 23 de dezembro de 2005. Amigo e irmão inseparável de Amilton Moreira, instituidor da Fundação Tupahue até expirar.