AGENDAMENTOS - COMO FUNCIONA A TRILHA

Orientações para a visita ao Parque:
- a trilha ecológica é uma aula diferenciada no qual exige o mesmo silêncio e atenção dos alunos;
- os animais que estão no Parque não são domesticados, qualquer barulho diferente os mesmos não nos contemplam com sua visita durante a trilha, se fazendo necessário o silêncio durante trajeto;
- os professores das escolas ou o coordenador do grupo ficará responsável por manter o silêncio e a ordem dos seus alunos;
- os acompanhantes dos grupos, seja ele coordenador, professor, pais ou afins, deverão participar da trilha por não possuirmos local apropriado para a espera do término da visita;
- durante o trajeto é PROIBIDO o consumo de qualquer alimento e tampouco jogar lixo no lixão, apenas líquidos são permitidos;
- o grupo deverá andar sempre junto, não podendo se afastar dos demais;
- após o trajeto, os alunos se encaminharão para um local apropriado para o lanche, no qual os alunos deverão trazer alimentos os mais saudáveis possíveis, evitando a produção de lixos, então recomendamos sanduíches naturais, frutas e sucos. Caso seja gerado lixo, a escola deverá levar o lixo consigo;
- recomendamos o uso de calças compridas e sapatos fechados para evitar qualquer eventualidade com animais peçonhentos.

Dúvidas e agendamentos: 5330280778 falar com
Jeferson LLano

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Ilha das Flores

"Produzido há quase vinte anos, retrata de maneira impactante uma realidade socioambiental ainda atual."

Gênero: documentário, experimental
Diretor: Jorge Furtado
Elenco: Ciça Reckziegel
Ano: 1989
Duração: 13 min
Cor: Colorido
Bitola: 35mm
País: Brasil

Um ácido e divertido retrato da mecânica da sociedade de consumo. Acompanhando a trajetória de um simples tomate, desde a plantação até ser jogado fora, o curta escancara o processo de geração de riqueza e as desigualdades que surgem no meio do caminho.

Prêmios:
Urso de Prata no Festival de Berlim, 1990;
Prêmio Crítica e Público no Festival de Clermont-Ferrand, 1991;
Melhor Curta no Festival de Gramado, 1989;
Melhor Edição no Festival de Gramado, 1989;
Melhor Roteiro no Festival de Gramado,1989;
Prêmio da Crítica no Festival de Gramado, 1989;
Prêmio do Público na Competição "No Budget" no Festival de Hamburgo, 1991;

Assista em http://www.portacurtas.com.br/

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Cancelada trilha com "Clubes Ambientais"

Em virtude do mau tempo a trilha agendada para esta sexta-feira com os participantes do projeto "Clubes Ambientais", coordenado pela ONG AMIZ, ficou tranferida para a próxima sexta-feira, 04.07.08.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Fundação Tupahue prestigia trabalhos de alunos do CEFET-RS


Nas tardes de quarta e quinta-feira a Fundação Tupahue prestigiou a apresentação de trabalhos do curso de Gestão Ambiental do CEFET-RS. Os alunos, futuros tecnólogos, apresentaram trabalhos temáticos sobre a Estação Ecológica do Taim e Pontal da Barra.

Apoio a trabalho do Curso de Magistério do Colégio Pelotense

O apoio da FUNDAHUE ao grupo do Curso de Magistério do Colégio Municipal Pelotense deu-se através do fornecimento de cerca de trinta mudas de pitangueiras a serem distribuídas no decorrer dos trabalhos. As mudas foram obtidas graças ao Projeto Sala Verde, desenvolvido pela Fundahue com o apoio do Fundo de Proteção e Recuperação Ambiental - FMAM, administrado pelo COMPAM. No caso específico dessas mudas tivemos apoio também da Chevrolet e Guanabara Veículos.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

UM CAMINHO PARA GAIA - Filme

ILHA DAS FLORES

Curta premiado no Festival de Gramado, há quase 20 anos atrás retratava de forma impactante uma realidade ainda atual. Um ácido e divertido retrato da sociedade de consumo. Acompanhando a trajetória de um simples tomate, desde a palntação até ser jogado fora, o curta escancara o processo de geração de riqueza e as desigualdades que surgem no meio do caminho.



Gênero: documentário, experimental
Diretor: Jorge Furtado
Elenco: Ciça Reckziegel
Ano :1989
Duração: 13 min
Cor: colorido
Bitola: 35mm
País: Brasil

Conselho do Plano Diretor - CONPLAD

O foco principal da reunião de ontem, como não poderia deixar de ser, foram as discussões acerca do texto do projeto de lei do III Plano Diretor de Pelotas. Os pontos mais polêmicos têm sido a possibilidade do adensamento populacional na zona do Laranjal, que poderá ser intensificado com a liberação de construções em altura livre na Av. Adolfo Fetter, bem como a delimitação de mesmo potencial construtivo para a área próxima ao Fórum - entre a Av. Ferreira Viana e o Canal São Gonçalo - considerada um área ambientalmente frágil por abrigar ecossistemas relevantes e se constituir na planície de inundação do Canal - banhados que drenam as cheias daquele corpo hídrico.
O que se entende é que um adensamento populacional na área do Laranjal poderia levar a um comprometimento tanto no que tange ao transporte, quanto à rede de abastecimento de água e tratamento de esgotos. Do ponto de vista ambiental, este adensamento ainda poderia levar a uma maior pressão sobre a Mata do Totó - que se constitui em uma das principais preocupações dos ambientalistas de plantão - e a possibilidade de "fuga" das pessoas que residem no Laranjal, visto que as praias já apresentam um elevado número de visitantes e trânsito de automóveis nos períodos de veraneio, comprometendo a qualidade de vida dessas comunidades.
Também a área em questão - trecho que inicia no primeiro trevo do Laranjal, próximo à antena até a entrada do Barro Duro - abriga um conjunto de corredores ecológicos que possibilitam o fluxo gênico entre as matas e ecossistemas que ainda permanecem de alguma maneira conservados.
A idéia do grupo que trabalhou exaustivamente nos últimos anos é que o crescimento da cidade se dê em direção ao eixo que conduz à Cascata.
A proposta do III Plano Diretor foi construída ao longo dos últimos anos por um grupo de técnicos, acompanhados pelas Universidades e a comunidade - através de audiências públicas - e aprovada coletivamente durante o II Congresso da Cidade, em outubro de 2006. Na sequência, foi encaminhado ao Poder Executivo onde permaneceu estagnado por aproximadamente um ano. Logo após foi conduzida à uma comissão revisora composta por representantes diversos, os quais não fizeram parte do grupo original. Essa comissão acatou algumas solicitações individuais de modificação do texto original, contrariando pareceres do ETPD - Escritório Técnico do Plano Diretor - e deixando de consultar o CONPLAD.
Detectadas algumas alterações consideradas relevantes, a comissão técnica da Câmara de Vereadores encaminhou oficialmente alguns pontos ao Ministério Público e ao CONPLAD, ao qual solicitou manifestação. Por tais motivos é que tanto COMPLAD, quanto COMPAM, sentem-se na obrigação de analisar e emitir parecer sobre o referido projeto de lei.
A Fundação Tupahue, como não poderia deixar de fazer, tem perticipado ativamente dos trabalhos, tanto no CONPLAD como no COMPAM.